Home Data de criação : 09/01/29 Última atualização : 11/10/18 03:12 / 15 Artigos publicados

Comunicado!!!  escrito em domingo 08 fevereiro 2009 16:52

Gente!!!

Me mandem um email para o endereço: romanceedrama@sapo.pt para me dizerem o que estão achando das histórias ou então pra me dar alguma sugestão, me digam do que tão ou não estão gostando...

A sua opinião é muito importante para mim.

Bjss e aproveitem o blog!  {#}

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4º Capítulo de Summer Love (Um Amor De Verão) +16anos  (Summer Love) escrito em domingo 08 fevereiro 2009 16:50

1.      Katherine O’ Ryan (By Nick)

Acordei pela manhã como se fosse qualquer outra, mas não era. Hoje vou visitar Katherine.

Desci as escadas e ouvi Josh comentando com John que Karina não queria vê-lo nem pintado de ouro.

“Ela disse que não queria mais que eu a procurasse.” Josh dizia “O que eu vou fazer?”

“Procura outra.” John disse.

“Ai! Que indelicadeza John!” Melissa disse.

“Verdade John.” Steve o provocou “Cadê seus bons modos? Ah! Me esqueci você nem sabe o que é isso.”

“Seu...!” John disse sendo segurado por Josh.

“Viu só?” Steve disse terminando com o seu iogurte “É por isso que nenhuma garota se interessa por você.”

“Crianças, crianças.” Eu me intrometi “Vamos deixar isso de lado?”

“Obrigada senhor Nick.” Melissa disse “Já estava ficando cansada de tanta infantilidade.”

“Então por que você não começa sair com alguém mais maduro?” Eu dizia pra ela “Tipo eu.”

“Fala sério Nick.” Lindsay disse “Deixa a menina em paz.”

“Lindsay, Lindsay do meu coração.” Eu dizia me divertindo com aquela situação toda “Não precisa ter ciúmes da Mel.”

“Eu passo.” Lindsay disse com o seu usual ‘bom humor’.

“Ok, então.” Eu disse “Eu tenho um compromisso hoje e não tenho hora para voltar.”

“Um encontro?” Josh me perguntou.

“Quem me dera!” Eu disse “Ta mais pra um encontro de terror.”

“Ela é tão mala assim?” Josh me perguntou.

“É só uma prima.” Disse.

“É aquela monstro que você quer dizer, não é mesmo?” John disse.

Todos nessa casa ficam desconfortáveis quando mencionamos Katherine O’ Ryan, a mais temida vilã dessa história.

Os únicos que não ficam desconfortáveis com ela sou eu e John.

Saí de casa e antes de ir para o meu “encontro”, fui tomar café com o meu primo Lucas O’ Ryan.

“Está atrasado.” Lucas disse quando eu cheguei “Como sempre.”

Me sentei “Nem um oi eu recebo?”

“Oi.” Lucas disse.

“Por que quis tomar esse café da manhã comigo?” Eu o perguntei.

“Você sabe muito bem o porquê.” Lucas disse.

“Katherine.” Eu disse com um meio sorriso.

“Eu queria pedi-lo pra ter paciência com ela.” Lucas dizia

“Ela me tira do sério.” Eu o disse “Não controlo minha raiva e ela provoca ainda mais.”

“Mas tente se controlar, Nick.” Lucas insistia “A saúde dela, como sempre, é muito frágil.”

“Não para machucar os outros.” Eu disse.

“Nick, ela é doente.” Lucas continuava na defesa daquela mulher “Você tem que esquecer o passado e pensar na saúde dela.”

“Assim como todos esqueceram o que ela fez com a Lindsay?”

“Eu sinto muitíssimo pela Lindsay, mas eu não pude fazer nada para pará-la.” Lucas disse “Mas você poderia ter feito.”

“Eu tentei.” Eu disse “Mas eu não sei de onde todos tiraram que eu sou o favorito dela.”

“Você sabe que é.”

“Quem me dera se eu fosse.” Eu disse “Agora eu estou atrasado. Tenho que ir.”

“Por favor Nick.” Lucas disse “Tenha cuidado com ela.”

“Não que ela mereça.” Eu disse            Até qualquer dia desses, Lucas.”

“Até.”

Fui embora.

Me dirigi até a casa de Katherine. Lá bati na porta e ela me mandou entrar com aquele seu tom dramático.

“Nick, Nick!” Ela dizia estirada no sofá apenas “Há quanto tempo eu não te vejo.”

Ela esticava seu braço para que eu pegasse sua mão, fiz isso.

“O que você quer comigo?” Eu a perguntei.

“Nem um ‘olá’ eu recebo?” Ela me perguntou “Estou tão doente Nick!”

Deitada no sofá, seu corpo vestia um robe dourado (tinha certeza de que por baixo daquilo não havia mais nenhuma peça de roupa). Seus cabelos negros e lisos estavam todos bagunçados e embaraçados, seus lábios estavam pálidos e na mesinha de frente para o sofá havia uma taça de champagne cheia até a metade e uma garrafa de champagne vazia do lado.

“Bebendo de novo?” Eu a perguntei.

“Só pra descontrair um pouco.” Ela disse “Tenho andado tão só ultimamente! Nem Lucas me vem visitar mais.”

“Você conseguiu acabar de vez com você mesma.”

“Estou tão digna de pena assim?” Ela perguntou sorrindo.

“Não, só de nojo.” Eu disse.

O sorriso dela se foi.

“É isso que você mais quer de sua família?” Eu a perguntei “Pena?”

“E se for?” Ela disse “Você não tem mais nada haver com isso.”

“Adeus Katherine.” Eu disse.

“Espera!” Ela disse caindo do sofá e segurando em minha mão.

“Por que você não me chama mais de Kate?”

“Porque eu não quero mais intimidade alguma com você.” Eu a respondi.

“Por favor, não me deixe!” Ela disse chorando.

Eu me sentei no chão ao lado dela e a abracei.

“Você lembra-se de quando você me contou do dia que eu nasci?”

“Claro.” Eu disse.

“Você me disse que tinha se apaixonado por mim desde aquela época.”

“Eu lembro.”

Ela tirou sua cabeça de meu peito e disse “Me beija.”

“Isso parece uma ordem.”

“Mas é uma ordem.”

“Então não vou beijá-la.” Eu disse me levantando, mas ela pegou no meu pé.

“Por favor!” Ela disse “Me beija?”

Me abaixei e beijei seus lábios, mas foi apenas um rápido beijo. Não chegamos a encostar as línguas.

“Só isso?”

“Ainda sinto o gosto daquele cara em você.” Eu disse “Eu ainda não superei aquilo.”

“Já tem uns cinco anos desde que aquilo aconteceu.”

“Não interessa.” Eu disse “O gosto dele está aí, preso em seus lábios.”

“Você já vai embora?” Ela perguntou.

“Vou, mas antes gostaria de dizer que Lindsay está de volta.”

“Então ela voltou do exílio?”

“Voltou e muito mais gostosa do que antes.” Eu disse.

“Seu...” Katherine disse brava.

“Parece que ela não gostou muito de Paris.”

“Eu te odeio!!” Ela disse “Você não sabe o quanto.”

“Eu não te odeio, eu tenho pena de você.” Eu disse indo embora.

Mas tenha certeza que odeio ter que amar você.

 

Quando cheguei em casa, todos estavam vendo um filme na TV. Inclusive Karina e Josh que estavam abraçadinhos e parece que dessa vez John também levou a melhor, ele estava abraçado com Mel.

Steve estava morrendo de ódio sentado no meio de Oliver e Lindsay.

Eu saldei todos lá e fui para a cozinha.

Alguns segundos depois, Lindsay veio atrás de mim “Como foi lá com o monstro do champagne?”

“Como sempre.” Eu respondi “Terminou quase em uma tragédia.”

“Você tem que se controlar muito pra não esganá-la, não é mesmo?”

“Às vezes tenho uma vontade de esmagá-la até que ela não pudesse mais se levantar e outras de mimá-la até não poder mais.”

“Não sei como ela poderia ser mais mimada do que já é.” Lindsay disse.

“Eu sinto muito pelo o que te aconteceu, Lins.” Eu disse.

“Eu também.” Ela disse.

Eu a abracei.

Enquanto estávamos abraçados, eu vi Oliver nos observando.

“Eu sempre soube que por trás desse seu ser meio pervertido, você é uma pessoa... séria, eu acho.” Ela disse rindo “Eu não acredito que disse isso!”

Eu ria junto com ela e quando olhei para a porta novamente, Oliver não estava mais ali.

“Vamos ver o filme?” Eu a perguntei.

“Vamos.” Ela respondeu.

Durante todo o filme tudo que pude pensar foi no dia que tive e Kate.

Espero que tenham gostado!!! Me mandem um email dizendo o que acharam!!

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4º Capítulo de A Vampire First Love (O Primeiro Amor De Uma Vampira) +14anos  (A Vampire First Love) escrito em domingo 08 fevereiro 2009 16:46

1.        The Truth About Gisele

Nos primeiros dois dias, desde que vim morar na casa de Lance e Gisele, tinha ficado um pouco intrigada com umas coisas aí.

Na noite anterior, eu achei a foto da mãe de Gisele, mas ela entrou em pânico quando me viu com aquela foto nas mãos. Estranhei.

“Me desculpe, mas é que estava aqui em cima da mesa...” Eu tentava me desculpar sem sucesso algum.

“Você quer dizer em cima da minha mesa, na minha casa, não é?” Gisele disse nervosa.

“Já que a casa é tão sua assim, é melhor eu e meu irmão nos retirarmos.” Eu disse “Nos vemos na escola.”

Eu me virei e dei de cara com Lance que dizia “Vocês não precisam sair. Essa daí que ta de TPM, não é Gi?”

“É claro.” Ela disse sorrindo um pouco “Eu só não gosto que mexam nas minhas coisas, não é Lance?”

“É sim.” Lance disse sorrindo especialmente para mim “Tem vezes que ela já quase me bateu.”

“Que pena.” Eu disse fingindo que aquele sorriso lindo não me contagiava “Ela devia ter acabado com você.”

“Ai, você não gostou mesmo de mim, não é?” Ele me perguntou com um tom de quem não está nem aí.

“Não.” Eu respondi me retirando logo depois.

Quando eu os deixei a sós, eles continuavam a comentar sobre o ocorrido.

“Você está louca em expulsar eles daqui?” Lance deu mais uma bronca do que perguntou.

“Me desculpe, Lance.” Gisele disse “Mas ela não podia ter visto aquele retrato.”

“Mesmo assim, ela a reconheceu?” Lance a perguntou “Não, ela não reconheceu. Não vamos nos precipitar ou colocaremos tudo a perder.”

“Eu sei.” Gisele disse também séria “E você não se esqueça de que é um humano e eu não.”

“Eu entendi o que quis dizer.” Ele disse.

Pela manhã do dia seguinte, tomei um copo de sangue de cabra e fomos para escola. No caminho comecei a interrogar Gisele.

“Quantos anos você tem Gisele?” Eu a perguntei “De verdade.”

“80.” Ela respondeu.

Mais nova do que eu e Leon, pode até ser...

“Por que não está em nenhum reino e sim aqui?” Eu a perguntei.

“Porque meu pai é um humano, lembra?” Ela disse ficando um pouco nervosa “E eu não sou totalmente vampira.”

“Como era o nome de seu pai?” Eu a perguntei.

Ela olhou para mim como se tivesse suspeitando de algo, mas respondeu “Harry.”

“De quê?” Eu continuava a interrogá-la.

“Ta morto. Por que quer saber?” Gisele me perguntou nervosa.

“Curiosidade.” Eu disse.

Ela respondeu “Valentine. Harry Valentine.”

“E sua mãe?” Eu a perguntei.

“Não ta querendo saber demais, não garota?” Ela perguntou, mas depois ela me sacou “To te sacando garota, fica tranqüila que a minha mãe não é a sua. Não sei se você sabe, mas sua mãe não foi a única vampira que se apaixonou por um humano.”

“Eu sei, mas poderia...” Eu disse.

“Mas não é, desiste garota!” Gisele disse andando um pouco mais rápido do que eu.

Na escola, tivemos uma aula com uma vampira. Eu e Leon vimos uma oportunidade perfeita de perguntá-la sobre nossa mãe. Mas o mais estranho era que ela era uma Valentine? Será só uma coincidência?

Nunca pensei que houvesse tantos vampiros vivendo como humanos por aqui.

Assim que as aulas acabaram eu e Leon fomos falar com ela.

“Não conheço nenhuma Chrisel.” Ela afirmava.

“Mas não acha estranho a semelhança dos nomes, Chrisel e Christine?” Eu a perguntei.

“Coincidência.” Ela disse “Não sou Chrisel, confesso que Christine também não é meu nome verdadeiro, mas Chrisel também não é ele.”

“Mas a senhora nunca ouviu falar em Chrisel de Krisel?” Leon a perguntou.

“Já ouvi falar no reino de Krisel, mas não na vampira Chrisel.” Ela disse.

“Mas ela não é Chrisel com ‘K’ como o reino. É verdade que meu pai colocou o nome do reino em homenagem a ela, mas o nome dela é como o seu, começa com ‘Ch’.” Eu tentava sem sucesso explicá-la.

“Sinto muito.” Ela disse “Não sei da mãe de vocês.”

“A senhora tem filhos?” Eu a perguntei.

“Por que gostaria de saber?” Ela perguntou.

“Por causa...” Eu fui interrompida por Gisele.

“Você não tem o direito de fazer isso!” Gisele entrou na sala do nada.

“Eu preciso de respostas.” Eu a disse.

“Sobre mim?” Ela perguntou “Não temos nada haver uma com a outra.”

“Sim.” Christine disse.

“Como?” Leon a perguntou.

“O que disse?” Eu perguntei ao mesmo tempo que Leon fez a pergunta acima.

“‘Sim’, é a resposta do que pensou sobre o meu possível parentesco com Gisele.” Ela continuou “Ela é a minha filha.”

“Não é verdade!” Gisele protestou.

“É ou não é?” Eu já estava ficando nervosa.

“Eu como sabe sou uma vampira.” Christine começou a falar “E fui eu quem mordeu a Gisele.”

Finalmente todo aquele blá, blá, blá dela fez sentido.

“O que você está dizendo?!” Gisele disse desesperada.

“Você mentiu para mim?” Leon a perguntou como se tivesse levado uma facada pelas costas.

“O que você contou pra eles, Gisele?” Christine perguntou com um tom de mãe que está dando bronca na filha.

“Não se faça de sonsa.” Gisele disse para Christine e depois se virou para Leon “Me desculpe, só não confiava em vocês o suficiente pra contar a verdade sobre minha origem.”

“Então por que sugeriu que fossemos para a sua casa?” Eu a perguntei com o tom mais provocante que tenho “Se você não confia em alguém não oferece a sua casa, isso não faz sentido para você?”

“Eu sei que não começamos muito bem, mas isso não é razão pra você piorar as coisas pra mim.” Gisele me disse.

“Se você falar a verdade não vai precisar inventar mais mentiras.” Eu a disse “E sua situação vai se facilitar, não acha?”

“Ok, eu digo a verdade.” Gisele disse, mas antes que ela pudesse dizer qualquer coisa Lance entrou na sala e começou a falar por ela.

“A verdade é que Gisele tem problemas e precisa da ajuda de vocês.” Lance disse.

“Nossa ajuda?” Eu o perguntei “Ela nem sabia da nossa vinda pra cá.”

“A verdade é que quando eu percebi... Quando eu senti o cheiro de vampiros de sangue nobre em vocês eu vi uma chance de me salvar.” Gisele dizia.

“Salvar?” Leon perguntou.

Ai, meu irmão estava caindo direitinho naquela baboseira toda.

“Lobisomens estão atrás de mim.” Gisele disse “E eu não tenho chance alguma contra eles sozinha.”

“E por que seres tão inteligentes estariam atrás de você?” Eu a perguntei.

“Por que temos algo que os pertencia.” Lance disse.

“O que?” Eu perguntei com os olhos brilhando, mas não de raiva e sim de curiosidade.

“Falar não tem graça.” Lance disse com aquele sorrisinho malicioso dele.

“Idiota.” Eu o chamei com raiva e ele me jogou um beijo e piscou um dos olhos em seguida, só para me provocar.

“Que coisa é essa que tem dos lobisomens, Gisele?” Christine a perguntou.

“A você não interessa.” Gisele disse virando as costas para Christine.

Lance e Leon foram atrás dela, deixando na sala apenas eu e Christine, finalmente.

“Tem algo a mais a tratar comigo?” Ela me perguntou.

“Apenas uma última pergunta.” Eu disse.

“Pode falar.” Ela disse.

“Por que Gisele mentiu sobre a origem dela?” Eu perguntei “De verdade eu digo.”

“Ela é mais humana do que vampira, e sabe como os humanos são.” Christine continuou “Ela teve vergonha de dizer que era filha de fazendeiros, pobre e apenas uma Kohl de segunda classe.”

“E o parentesco dela com Lance?” Eu a perguntei.

“Achei que aquela fosse sua última pergunta.” Ela disse.

“Só quero a verdade.” Eu disse “É a minha meta de vida, descobrir a verdade sobre todas as minhas dúvidas.”

“Bom, ela é prima de Lance.” Ela disse.

“Quantos anos ela tem?” Eu a perguntei.

“29.” Ela respondeu.

“Aquela vaca!” Eu disse sorrindo.

“Essa foi a sua última pergunta?” Christine me perguntou sorrindo.

“Até a próxima, sim.” Eu respondi indo embora “Eu vou indo, to louca pra saber o que eles pegaram dos lobos.”

  “Tchau.” Ela disse acenando.

Christine tinha a aparência de uma mulher de 29 ou 30 anos totalmente em forma.

Quando ela estava só ela disse para si própria “Com certeza de todos os irmãos, essa garota é a que mais se aparece com a mãe.”

Mas ela não estava só, o cara misterioso do outro dia estava com ela “Com certeza.”

“Acha que vai demorar muito para Chrisel aparecer para os filhos?”

“Tomara, pois a diversão só está pra começar.” Ele disse rindo.

Quem será essa figura misteriosa que está para aparecer na minha vida? Acho que vou ter que criar uma lista de encontros perigosos que desejo ter logo. Ai, ai, ai...

Espero que tenham gostado!!! Me mandem um email para me dizer o que acharam!

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4º Capítulo de The Whore (A Prostituta) +16 anos  (The Whore) escrito em domingo 08 fevereiro 2009 13:45

1.     Um Amor Maior Que Eu

Elliot se sentia miserável pelo o que aconteceu na noite passada, mas isso não o impediu de ir pra escola no dia seguinte para pelo ou menos ver como Jen estava.

Ele tinha quase certeza de que ela não iria falar com ele. Ela devia estar o achando um covarde, um mauricinho...

Quando Elliot chegou ao colégio procurou por Jen, mas não a via em nenhum lugar.

John que percebeu que o amigo estava estranho o dia todo o perguntou: “Qual é Elliot? O que ta pegando?”

“Como?” Elliot o perguntou, já que não prestava atenção no que o amigo falava.

“Eu to aqui um tempão falando com você sobre a gata que eu peguei e você aí, no mundo da lua.” John disse.

“Foi mal.” Elliot disse “Eu estava pensando em outra coisa.”

“Na Jennifer, você quer dizer.” John disse “Porque velho, é só o que você faz o dia todo.”

Elliot a procurava enquanto chegava ao refeitório.

“Ela não veio hoje.” John disse.

“Não?” Elliot o perguntou.

“Viu?” John disse “Você não para de pensar nessa garota.”

“Afinal ela veio ou não?” Elliot disse.

“Cara, você ta obcecado por ela.” John disse.

“Foi mal, mas eu a amo muito.” Elliot disse “É maior do que eu.”

“Ela não veio.” John disse “Digo, ela faltou a aula de biologia.”

“Obrigado.”

“Mas me diz uma coisa.” John disse “Por que você não a chama pra sair e acaba logo com isso. Ela também gosta de você. Dá pra ver pela troca de olhares que rola entre vocês.”

“É mais complicado do que isso.” Elliot respondeu.

 

Enquanto isso no quarto de Jen, que fica nos fundos do bordel ao lado do quarto do tio dela.

Alguém bate em sua porta.

“Entra.” Ela disse deitada em sua cama lendo uma revista de fofoca.

“Ué?” Sue disse entrando “Não foi pra escola não?”

“O que você ta comendo?” Jen perguntou à amiga.

“Chiclete de menta.” Sue disse sentando na cama “Quer um?”

“Não obrigada.” Jen disse se sentando também.

“Mas não foge do assunto não.” Sue disse “Por que a senhorita não foi pra escola hoje.”

“Porque eu estou exausta.” Jen disse “Não foi a noite mais ‘divertida’ da minha vida.”

“Não é por isso que você não foi.” Sue disse “Não sou tão boba quanto pareço, Jen.”

“Eu sei que não.” Jen respondeu.

“É por causa dele, não é?” Sue perguntou.

“Ele deve está me achando uma piranha.” Jen disse “De certa forma é o que eu sou.”

“Ama ele tanto assim?” Sue disse “Porque você sabe que não satisfez aquele cara por culpa desse Elliot, não sabe?”

“Perfeitamente.”

“E continua amando ele? Mesmo depois de toda aquela humilhação?” Sue a perguntou.

“É maior do que eu.” Jen disse “Um amor maior do que eu.”

“Cara isso é doentio.”

“Você fala isso porque nunca se apaixonou.”

“Talvez.” Sue disse “Mas também prefiro não me apaixonar e continuar conseguindo transar com todos os babacas que pagam bem para trair suas esposas.”

Isso é doentio.” Jen disse.

“Mas você sabe muito bem que não vai ser ele que vai te tirar daqui.” Sue disse.

Jen não respondeu nada, ela apenas olhou para o chão.

“Não acredito, Jen!” Sue disse “Você tem esperanças.”

“Foi inevitável!” Jen disse “Eu quis não ter! Mas...”

“Mas se apaixonou.” Sue disse se levantando.

“Aonde vai?” Jen perguntou.

“Embora.” Sue disse “Senão eu vou começar a te bater.”

Jen riu.

“Não tem graça Jen.” Sue disse batendo a porta logo em seguida.

Jen se deitou de novo e começou a chorar, mas quando menos esperava bateram na porta de seu quarto. Então secou suas lágrimas rapidamente e mandou a pessoa entrar.

Era seu tio.

“São quase 21h00min.” Paul disse “Não vai se atrasar, em?”

“Não vou.” Ela disse.

Ele fechou a porta e Jen se afundou nos seus travesseiros.

 

Mais tarde quando já estava pronta para sua noite, ela já esperava não ver Elliot lá. Mas mesmo assim ainda tinha esperanças de que ele fosse salvar sua noite como já havia feito tantas vezes.

Ele não pareceu.

Mas Jen não ficaria a toa àquela noite. Ela teria um cliente.

“É melhor que o que aconteceu ontem não se repita.” Paul a disse.

“Não vai.” Jen disse “Pode mandá-lo entrar.”

Um garoto de mais ou menos 15 anos entrou em seu quarto.

Ele era bonitinho apesar de magrelo e dos óculos.

“Sou Peter.” Ele disse um pouco nervoso “E o seu.”

Jen estava paralisada olhando para o garoto que estava em sua frente com um meio sorriso.

Ela se lembrava do dia em que Elliot pisou ali pela primeira vez. Mas seus pensamentos foram cortados quando o garoto perguntou alguma coisa.

“Como?” Jen o perguntou.

“Eu perguntei seu nome.” Ele disse sem graça.

“Sou... Jane.” Ela respondeu.

“O que a gente faz agora?” O menino perguntou.

E Jen começou a rir.

“Virgens.” Ela disse “Bom, você tem certeza que quer perder sua virgindade com uma prostituta?”

“Isso importa?” O menino perguntou.

“Claro que sim.” Ela disse “Não deseja fazer isso com a garota de quem gosta?”

O menino engoliu seco.

“O que foi?” Jen perguntou “Tem alguém de quem gosta?”

“Tem, mas meus amigos me disseram que eu tinha que transar com alguém experiente antes.”

“E você deu ouvido a eles?” Jen o perguntou.

“São meus amigos.” Ele disse “Por que não daria?”

Jen revirou os olhos.

“Afinal vamos ficar conversando ou vamos transar logo de uma vez?”

“Você é quem manda.” Jen disse tirando o seu robe e mostrando suas belas curvas para o menino que ao ver desmaiou.

Jen se vestiu de novo e chamou Paul.

“O que houve com ele.”

“Quando ele me viu semi-nua, ele desmaiou.” Jen respondeu.

“Que fraco.” Sue que veio junto respondeu.

Jen caiu na gargalhada e depois todos também, inclusive Paul.

 

No dia seguinte Jennifer resolveu ir pra escola.

E lá ela percebeu que Elliot a encarava, mas a evitava também. Então ela ficou o esperando depois de seu treino de futebol na porta do vestiário masculino.

John saiu do vestiário e a viu ali, então resolveu perguntar: “O que está fazendo aqui?”

“Esperando Elliot.” Ela disse “Preciso falar com ele.”

“Ele ainda ta no banho.” John disse.

“Só tem ele lá dentro?” Ela perguntou.

“Só, por quê?” John perguntou.

“Por nada.” Jen disse “Vou esperar.”

“Ok.” John disse “Manda um abraço pra ele porque eu vou me mandar.”

“Mando assim.” Jen disse.

“Valeu.” John disse indo embora.

Depois que John desaparecera nos corredores, Jen entrou no vestiário.

Ela ouvia o chuveiro ligado.

Ela olhava em volta do lugar até que viu as roupas dele. Ela as pegou e escondeu atrás de um dos armários.

Ela se sentou em um dos bancos e ficou o esperando.

Finalmente o chuveiro se desligava e Elliot saia de lá de dentro, só com a toalha, dando de cara com Jen sentada em um dos bancos com as pernas cruzadas, mas antes que dissesse qualquer coisa ele a olhou dos pés à cabeça.

Seus olhos passaram pelos tênis vermelhos de marca Nike dela, seguindo para sua calça jeans que tinha um cinto vermelho de acessório, depois para seus seios que eram cobertos por uma camiseta vermelha e finalmente seu rosto e seus cabelos que estavam presos em um lindo rabo de cavalo.

“Jen?” Ele disse finalmente.

“Estou tão bonita assim?” Ela perguntou percebendo que ele a olhou de cima a baixo “Porque hoje você me ignorou o dia inteiro. Então imaginei que estivesse feia.”

“O que você quer?” Elliot disse “Digo, tenho que ir. John está me esperando.”

“Não está não.” Ela disse. “Ele foi embora.”

“Fala logo o que você quer.” Ele disse.

“Você ta me ignorando por causa daquilo que aconteceu antes de ontem?”

“Você achou aquilo pouco?” Elliot perguntou.

“Não é motivo pra você me ignorar.” Ela disse “Afinal quem você pensa que é? Me fez me apaixonar por você, me fez sonhar. Coisa que não faço desde que meus pais morreram. E agora ta fazendo doce?”

“Foi difícil pra mim, ta legal?” Ele disse “Ver tudo aquilo que estava acontecendo com você e nem poder fazer nada pra te ajudar? Eu me senti impotente. Eu enxerguei o que você sempre quis me fazer enxergar. Eu enxerguei que não posso fazer nada pra te tirar dessa.”

“Você fez o suficiente, será que não vê?” Jen disse.

“O que foi que eu fiz? Te prejudiquei.” Ele disse “Por minha causa você se ferrou! Por estar apaixonada por mim não conseguiu satisfazer aquele cara porque estava querendo fazer aquilo comigo.”

“Tem razão.” Ela disse “Misturei amor com trabalho.”

“Me desculpa.” Ele disse começando a chorar “Se eu pudesse voltar atrás... Eu não teria insistido em você.”

“Mas há uma coisa que você poderia fazer por mim.” Ela disse.

“O que?” Ele disse.

“Me satisfazer.”

“O quê?” Ele disse.

“É único jeito que vai me fazer parar de pensar em você...” Ela disse correndo até os braços dele e o beijando “...ou me fazer pensar ainda mais em você.”

Eles continuavam a se beijar.

As mãos de Elliot deslizavam pelo o corpo dela até que conseguiu tirar a camisa dela.

Eles pararam de se beijar.

“Eu não vou conseguir parar se a gente não o fizer agora.” Elliot disse.

“Então não pare.” Ela disse soltando os cabelos.

Jen colocou as mãos de Elliot nas suas costas, onde ficava a abertura de seu sutiã. Elliot abriu e tirou o sutiã dela.

Jen pegou a mão dele e a colocou em um de seus seios para que ele pudesse apalpá-lo.

Elliot apalpava o seio dela, então resolveu beijá-lo. Jen empurrava a cabeça de Elliot contra seu peito.

Alguns minutos depois Jen tira a cabeça de Elliot de seu peito.

“Tira o resto da minha roupa.” Ela disse.

Ele a pega no colo e a coloca sentada em um dos bancos.

Ele começa a tirar seus tênis com delicadeza, seguindo pelas meias. Depois de ter feito isso ela pega as mãos dele e as põe em sua calça.

Ele desabotoa a calça e ela levanta para que ele puxe a calça. Ele faz isso e beija uma de suas pernas até que chegou a sua calcinha, ele a puxa sem que ela sequer peça.

Ela estava nua. Ele para pra observar aquele corpo escultural que se encontrava bem diante de seus olhos.

Ela faz sinal para que ele se levante e ele faz isso.

Ela põe suas mãos na toalha dele puxa essa.

“Vamos tomar banho juntos?” Ela pergunta e ele sem sequer questioná-la a pega no colo e beijando-a a leva para o chuveiro.

Eles se beijavam enquanto a água ia caindo sobre seus corpos.

Agora sim Jen pode dizer que pela primeira vez na vida ela fez amor. E quanto a Elliot? Agora ele pode dizer que transou pela primeira vez com a mulher que ama e não com uma qualquer.


 Espero que tenham gostado!!! Me mandem um email pra me dizer o que acharam!

romanceedrama@sapo.pt

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Olá e Olá!  escrito em sexta 06 fevereiro 2009 20:01

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É isso aí! Publiquei mais um capítulo de cada história!

Espero que quem ainda não leu goste e quem está lendo também.

Aproveitem o blog e...

Bjss!!!   {#}

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